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Há Lobo no Cais

Vamos falar de profissionais… do sexo

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Já não pode uma pessoa, encostar o carro, para colocar uma morada no GPS para não se perder, que aparece alguém ao vidro do carro a perguntar “precisa de companhia?”. Apanhei um susto com aquelas duas trabalhadoras da mais velha profissão do mundo. Dizem que é, que eu ainda acho que são o colher fruta e caçar, que um gajo com barriga vazia não pensa no resto.

Nada tenho de religioso, puritano ou antiquado, no entanto é profissão que não entendo, nem nunca pretendo utilizar os serviços, nem mesmo se me disser como na anedota “Não, prostituta é a minha prima, eu só sou a substituta que ela está doente.”, pagar por isso, nem pensar!

 

Não foi pelo episódio que passei, mas de cada vez que passo por algumas na beira da estrada, dá-me nojo. Gordas, velhas e/ou feias, com ar duvidoso e a transpirarem doença por todos os poros. Difícil entender quem consegue parar, penso até que seria motivo suficiente para esse tipo de indivíduos serem internados. Claro que também existem de outro nível, novas e bonitas, no entanto continua a ser algo pago e neste caso bem pago. Mas qual o gozo disso? Onde está a capacidade de conquista? A atração? Até mesmo o tesão? Estarei a pensar errado, a ser um ser estranho? Penso que não, sendo curto e grosso, as mulheres gostam tanto como os homens, sentem falta como os homens e não andam sempre à procura de namorado ou marido. Vão mas é sair, jantar, copo o que seja necessário para socializar… e safem-se.

Claro que sendo homem, fala do assunto na perspetiva feminina, no entanto considero que no oposto é exatamente a mesma situação. Sendo feminina ou masculina, entendo que existindo, devia ser legalizada, mais não seja por uma questão de saúde pública e dificultar o tráfico de exploração da “carne branca”, seja de que forma for.

Penso ainda que a prostituição não envolve necessariamente trocar favores sexuais por dinheiro. Acho que se deve incluir no mesmo pacote outro tipo de pessoas, ditas normais e decentes. A atriz que consegue um papel num filme com um "casting no sofá", a executiva que ultima “projeto” com o patrão, pela noite dentro, para conseguir uma promoção ou qualquer outra situação similar. Ou será que isto não é prostituição?

 

Nota – Também se morde outras coisas no facebook, curiosos?