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Há Lobo no Cais

Já passou de religião e chegou a fanatismo?

 

 Quem é que já não teve de aguentar um vegetariano militante? Sim, quem já não foi apanhado distraído e entrou numa discussão irreal? Uma pessoa está num grupo, com sorte, com um fino na mão e no meio de uma boa conversa, algo cai na rede dessa tal pessoa e ela “pede” um minuto de atenção. O bom idiota, para para (maldito acordo ortográfico!) dar atenção e quase de imediato começa a fustigar-se mentalmente por ter feito tal estupidez. Atenção, não tenho nada contra quem é vegetariano, eles é que têm contra eu querer comer de tudo. Não gosta ou não quer comer carne, não come. Devia ser ai o fim de conversa, mas lamentavelmente, não é.

 

Eu para dizer a verdade não como de tudo, não suporto os brócolos nem os caracóis. Mas a minha irmã gosta, mais fica para ela e nunca deu chatice. O problema é que eles não vêm o mundo assim, acham que viram a “nossa sra. de Fátima da alimentação” e que têm de converter todo o mundo a esta nova religião. O mais engraçado (ou será chato) é que mais de defender que faz bem ou mal ao nosso corpo, o primeiro argumento é os direitos dos animais! Calma, não tenho nada contra defender os animais, mas eu gostar de um bom leitão da Bairrada, um arroz de pato ou uma sardinha assada na brasa, não faz de mim um ser malévolo, demoníaco, insensível e indiferente ao sofrimento dos animais.

Somos o que comemos, se comermos melhor, vivemos mais saudáveis, se comermos pior, menos. Mas é uma escolha de cada um!

Fica uma dica para vocês, vegetarianos e vegans militantes, quem acham que vai acabar excluído do grupo, dizendo melhor, da mesa? O “bom garfo” ateu ou o fanático talibã dos brócolos?

 

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