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Há Lobo no Cais

Cuidado, há bardajonas no mar…

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 O que é uma bardajona? Vou dizer o nome, da que para mim é a rainha das bardajonas, “Ana Malhoa”. Aposto que se fez luz e disseste um “aaaaah”. Pode até ser um conceito relativamente recente, mas olhem que encaixa na perfeição a um sem número de gajas (chamar mulher é insulto para essas).

O que canta, ou grunhe, a “bardajona mãe” não é para aqui chamado, estamos só a falar da imagem transmitida. Alguém com um ar tremendamente parolo, com mais tatuagens que um verdadeiro motoqueiro dos “Hells Angels” e uma mamas com mais plástico que um conjunto completo da “Tupperware”. Tudo isto metido dentro de umas roupas, copiadas das mais ranzeiras cantoras americanas dos anos 90.

Dizem vocês, “mas se é só isto, estamos bem. É algo que é identificável à distância, dá para fugir”. Errado, a bardajonice (linda palavra) não se aplica só ao aspeto exterior. Normalmente falamos de alguém com pouca apetite para o estudo, cultura e tudo que obrigue a usar mais do que três neurónios. Como tal, aplicam o que têm na busca/caça de incautos desgraçados, aqueles que estando numa fase má da vida, mas que têm algum na carteira (cheira-lhes à distância), são apanhados por estas gajas (aka, Vacas, Putas, Cabras, Putéfias e afins, da sociedade moderna), sem problema de dar o corpo (e o plástico) ao manifesto para obterem o que querem.

Claro que com homens lúcidos, elas não se safam, nem mesmo quando estes estão com o grão na asa. Nessa altura é ainda pior, pois a educação desce e o mais natural é sair um “foda-se, outra vez, vai chatear o caralho!”, algumas ainda se entusiasmam e pensam que é para ajoelhar… enganam-se!

Resumindo, é aquele tipo de gaja (repito, mulher seria insulto), que mesmo no meu mais baixo estado de lucidez, seria incapaz de a apresentar à minha mãe. Nem mesmo se ela fosse ceguinha!

 

Nota – Também se morde outras coisas no facebook, curiosos?

 

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