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Há Lobo no Cais

6 tipos de mulher, a que não se faz pedido de casamento

 5846--Não-casar--seg-09-ago_1.jpg Estou a chegar de um pedido de casamento, no qual colaborei para o noivo surpreender a noiva. Tenho a dizer que mais uma missão cumprida, vão casar, foi engraçado, temos fotos e vídeos que comprovam o “sim”.

No entanto nem todas as mulheres merecem que se ajude o noivo, algumas só deviam ter direito a presenciar o rapto do noivo e seu envio, num caixote, para a África remota. É dessas que vou falar de seguida, daqueles tipos de mulheres que todo o homem deve ser educado, desde tenra idade, para fugir e não se deixar enganar.

 

 A oferecida  – Vamos lá ver, uma mulher saber o que quer, tomar a iniciativa, chegar-se à frente, é uma coisa, ser oferecida é um outro patamar que não tem comparação. Este tipo de mulher não é de confiança e por isso não é recomendada para casar. Muitas vezes, não é recomendada nem para ir dar uma volta. Como já ouvi dizer, é do tipo “melancia grande”, ninguém come sozinho.

 

A ciumenta  – Um pouco não há mal, é até saudável, mas é aquele que aparece de longe a longe, numa de “estás a vontade, não estás a vontadinha”. Agora quando é o tipo de mulher que asfixia. Faz dramas, inventa, satura com perguntas e vive constantemente sob o signo da conspiração, chuta para longe.

 

A interesseira  – É aquela “Maria”, muito social, mas que vai apenas às festas de aniversário dos “amigos” que têm dinheiro. A aquela que, só pelo “cheiro”, consegue ver que não vai namorar com o mais inteligente, o mais simpático, nem sequer o mais bonito… ela vai atrás do que tem o melhor carro. Não sei se diga que é o mais próximo de uma puta a tempo inteiro que se pode arranjar ou se é apenas um subtipo de puta. Eu, pessoalmente, gosto de sair com este tipo, em dia que esqueço da carteira em casa, tirando o proveito e pondo a p… menina a pagar.

 

A burra  – Não é nada que mate mais uma relação do que uma mulher que não consiga dizer duas palavras. Tal como o aspeto físico o conteúdo também atrai, especialmente se é alguém para estar ao nosso lado pela vida fora. Olhe que ainda é bastante tempo, pelo que sejamos realistas, com o passar do tempo a capacidade de conversar, tirar prazer de uma boa conversa a dois, estar na mesma onda vai fazer toda a diferença.

 

A chata  – Cuidado, começam por parecer muito interessantes, mas depois abrem o tubo da cola e ta tudo lixado, pois nunca mais te vai deixar descansado nem 1 segundo. Claro que é bom sentirmo-nos importantes e ter alguém que quer saber de nós. Mas se passa para o nível em que um dia e não estás com ela já dá em cena de “faca e alguidar”, se não lhe mandas sms ou lhe telefonas num período superior a 15 minutos já tens a tens a bater à porta. Ainda por cima tendem a ser ciumentas também. E dessas já falamos, por isso, “run forrest run…”, estas são veneno para a alma, consomem um gajo até ao tutano.

 

A labrega  – é um elemento do grupo, “abriu a boca, lixou tudo”, podem até ser bonitas, bem parecidas, mas quando começa a falar, nota-se a falta de maneiras e má educação, e tiram o tesão todo de uma vez. Sejamos honestos, ninguém quer uma namorada de não se sabe sequer comportar à mesa. Já cantava o Marco Paulo “uma lady na mesa, uma doida na cama…“.

 

Atenção, não sou contra casar, mas se alimentação saudável, vem de uma boa escolha de alimentos, um casamento feliz, não será diferente. Como tal, experimentem, tirem conclusões e só arrisquem com uma fora destes tipos. Olhem que o divórcio sai caro, conhecem algum amigo que não tenha ficado sem couro e cabelo…

 

Nota – Também se morde outras coisas no facebook, curiosos?